Vamos conversar sobre as eleições de 2026?
Minhas amigas e meus amigos.
Nos últimos tempos, muita gente que divide comigo a vida no movimento sindical, na militância e nas lutas do dia a dia começou a insistir numa pergunta: “Não está na hora de colocar seu nome para disputar uma eleição?”
Confesso que nunca foi um plano de vida.
Mas também não dá para assistir ao que está acontecendo no país e no RJ e fingir que alguém vai resolver isso por nós.
Sou antifascista porque conheço a história e porque vivo o presente.
O autoritarismo nunca vem sozinho.
Ele chega junto com corte de direitos, perseguição a movimentos sociais e tentativa de calar quem não aceita injustiça.
Sou Rodrigo Noel, sou trabalhador do SEPE há mais de 20 anos, graduado em Marketing, pós-graduado em Educação & Tecnologia, estou me formando em Direito e decidi colocar meu nome como pré-candidato a deputado federal.
Faço isso sem nenhuma ilusão com o Congresso Nacional, mas com a certeza de que deixar a política só na mão de quem nunca viveu a realidade da maioria resolve muito menos.
Sou antifascista porque conheço a história e porque vivo o presente. O autoritarismo nunca vem sozinho. Ele chega junto com corte de direitos, perseguição a movimentos sociais e tentativa de calar quem não aceita injustiça.
Nos últimos anos, o Congresso aprovou reformas que atingiram diretamente a classe trabalhadora: reforma trabalhista, reforma da previdência, avanço da pejotização, terceirização sem limite. Sempre com o mesmo discurso de “modernização” e “responsabilidade”. E quase sempre com o mesmo resultado: menos proteção para quem trabalha e mais tranquilidade para quem já estava por cima.
Mas a crise que a gente vive hoje vai além disso. O custo de vida sobe, a comida encarece, o trabalho fica mais instável e o futuro parece cada vez mais curto. As guerras, a disputa entre grandes potências e a dependência do Brasil em relação a interesses externos acabam chegando na mesa de quem está aqui, no preço do gás, no aluguel, no transporte, no salário que não acompanha nada.
Defender soberania, democracia e direitos exige coragem! Por isso sigo acreditando que a perspectiva socialista precisa voltar a ser debatida com seriedade, como horizonte de transformação!
Não sou herdeiro político, não sou celebridade, não sou empresário bem-sucedido que resolveu brincar de deputado. Sou um trabalhador teimoso, que acha que o Congresso precisa ter mais gente com cara de Brasil e menos gente com cara de condomínio fechado.
Quero ser candidato para enfrentar o desmonte que fizeram no país e dizer em alto e bom som que fascismo não se combate com silêncio nem com discurso educado. Na realidade, precisamos virar a mesa!
Essa é uma pré-candidatura do Rio de Janeiro real. Do povo que trabalha, que se vira, que não desiste e que insiste em sorrir e sonhar no meio do caos.
Estou no PSOL porque é um partido que ainda tem lado, que não tem vergonha de defender nossos direitos, a democracia, a soberania, os direitos humanos e a organização popular, mesmo quando isso incomoda a elite de sempre.
Colocar meu nome como pré-candidato não resolve nada sozinho, mas pode ser um passo pra construirmos juntos uma alternativa, com diálogo, com crítica, com apoio e com gente disposta a fazer essa caminhada de forma coletiva.
Estou entrando nessa disputa e para convidar você a opinar, discordar, apoiar, construir junto.
Bora conversar?
Rodrigo Noel
Pré-candidato a deputado federal PSOL - RJ